segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Em breve nova reformulação

Após um longo período de tempo sem atualizações estamos reformulando o blog.
Em breve, novamente, o blog estará atualizado.


Equipe Brasil Lado B

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Escola de Soldados da PM de São Paulo é referência em qualidade na gestão


O Centro de Formação de Soldados "Cel. PM Eduardo Assumpção" conquista sua terceira certificação em apenas um ano e meio após implantar o sistema de qualidade na gestão. O estabelecimento de ensino da Força Estadual Paulista ministra cursos seqüenciais de nível superior – destinados a formar Soldados de Polícia Militar, graduando-os como Técnicos em Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública.

No último dia 10 de julho, o Instituto Paulista de Qualidade na Gestão (IPEG) anunciou as 50 organizações premiadas no ciclo 2008. Dentre elas está o CFSd, que foi certificado em grau bronze. É a primeira participação da Unidade nessa premiação, que já é certificada no ISO 9001:2000 e no Prêmio Polícia Militar da Qualidade. Esses resultados são provenientes do aprimoramento de suas práticas de gestão, na qual conta com a participação e envolvimento maciço de sua força de trabalho e dos demais envolvidos no processo para atingir mais esta meta: tornar-se referência nacional na formação de Soldados de Polícia Militar.

Esta conquista premia os esforços, incentivos e liderança do Comando do CFSd, que tem como missão, de acordo com o coronel Paulo César Franco, "formar com excelência o Soldado de Polícia Militar do Estado de São Paulo, capacitando-o integralmente ao pleno exercício da Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública".

Para a melhoria contínua e refinamento das práticas de gestão implantadas o Centro de Formação de Soldados da Polícia Militar investiu fortemente em planejamento e conscientização, e adotou métodos reconhecidamente eficazes de qualidade, o que possibilitou amplo espectro de treinamento aos seus comandados.

“O empenho de todos tem ajudado na identificação de oportunidades de melhoria, visando à consecução da política de qualidade da Unidade, em perfeita consonância com o planejamento estratégico da Corporação para o quadriênio 2008-2011”, assegura o comandante do CFSd, coronel. Franco.

Prêmios conquistados pelo CFSd

• Prêmio Polícia Militar da Qualidade em Grau Bronze (dezembro 2007);
• Certificação ISO 9001:2000 (junho2008);
• Prêmio Paulista de Qualidade na Gestão em Grau Bronze (julho 2008)


Centro de Formação de Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo
14 de Julho de 2008 - fonte: www.ssp.sp.gov.br

Academias da PM-SP terão da graduação ao doutorado

AE - Agencia Estado

SÃO PAULO - A Polícia Militar do Estado de São Paulo terá um novo sistema de ensino destinado a formar, pela primeira vez, tecnólogos, bacharéis, mestres e doutores em Ciências da Segurança Pública. Para isso, três diferentes escolas, que hoje funcionam separadamente e não formam nenhum curso com diploma de ensino superior, serão unificadas numa única administração: a Academia do Barro Branco, o Centro de Formação de Soldados Coronel Eduardo Assunção e o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças.

A mudança consta de uma lei complementar sancionada no fim de janeiro pelo governador José Serra (PSDB). Para entrar em vigor, falta a regulamentação, que deve ser concluída em 180 dias e está sendo elaborada com a diretoria de ensino da PM. Hoje, todos os cursos oferecidos pela polícia funcionam de acordo com parâmetros próprios, por isso são reconhecidos apenas dentro da corporação. Para poderem emitir os certificados de tecnológico, graduação, mestrado e doutorado, eles deverão se adaptar às exigências do Ministério da Educação (MEC) no que diz respeito ao currículo e à carga horária.

Pela lei recém-aprovada, o soldado sairá da escola com o diploma de tecnólogo em Ciências da Segurança Pública. Os que fizerem cursos de oficial receberão o de bacharel. Os cursos feitos para promoção a major serão reconhecidos como um mestrado em Segurança Pública. E os oferecidos para futuros coronéis serão doutorados em Segurança Pública.

A mudança poderá beneficiar também os policiais que estão na corporação e já passaram pelos cursos. Ou seja, terá caráter retroativo. Mas, para isso, eles terão de fazer algum tipo de complementação na formação para retirar seus certificados novos - a definição de como isso será feito e em quanto tempo virá com a regulamentação. A medida deverá afetar cerca de 94 mil policiais militares. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo - 11 de fevereiro de 2008

sábado, 10 de maio de 2008

PL 1135/91 SERÁ VOTADO PRÓXIMA QUARTA FEIRA

(trata-se do grande sonho do governo de liberar o aborto durante os nove meses de gravidez)
Conforme pode ser visto na pauta publicada este fim de semana pelo Congresso Brasileiro, na próxima quarta feira dia 7 de maio de 2008 será votado às 9h30min da manhã, na Câmara dos Deputados, o substitutivo do projeto de lei 1135/91, preparado em 2005 pela Comissão Tripartite organizada pelo governo Lula que, conforme compromisso apresentado repetidas vezes pelo governo brasileiro à ONU, pretende legalizar o aborto durante os nove meses da gravidez.
Entre vários outros documentos oficiais que atestam que a completa liberalização do aborto é parte do programa de governo do presidente Lula, cabe recordar que em abril de 2005 o governo brasileiro declarava em documento apresentado à ONU que

"o Governo do Brasil confia que o Congresso Nacional leve em
consideração um dos projetos de lei que foram encaminhados até ele
para que seja corrigido o modo repressivo com que se trata atualmente o
problema do aborto".

[Segundo Relatório Periódico do Brasil ao Comitê de Direitos
Humanos da ONU:
http://www.ohchr.org/english/bodies/hrc/hrcs85.htm]
Em agosto de 2005 o governo Lula reconheceu, nas páginas 9 e 10 de outro documento entregue à ONU intitulado "Sexto Informe Periódico do Brasil ao Comitê da ONU para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher", o aborto como um direito humano da mulher e reafirma novamente diante deste organismo a decisão do governo de revisar a legislação punitiva do aborto:

"Falta muito por fazer em defesa e promoção dos direitos humanos no
Brasil. De importância, mais especificamente na esfera dos direitos
humanos da mulher, é a decisão do Governo de encarar o debate sobre
a interrupção voluntária da gravidez. Com este propósito foi
estabelecida uma Comissão Tripartite de representantes dos poderes
executivo e legislativo e da sociedade civil, com a tarefa de examinar
o tema e apresentar uma proposta para revisar a legislação punitiva do
aborto".

[Para acessar este documento, abra o endereço
http://www.un.org/womenwatch/daw/cedaw/reports.htm role o
documento até o ítem Brazil e clique em "Sixth periodic report"]
=========================================
PAUTA DE QUARTA-FEIRA (07/05/2008)
COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA
http://www.camara.gov.br/internet/ordemdodia/integras/559574.htm
53ª Legislatura - 2ª Sessão Legislativa Ordinária
LOCAL: Plenário 07 do Anexo II, HORÁRIO:
09h30min
PAUTA DE REUNIÃO ORDINÁRIA
DIA 07/05/2008
A - Requerimentos:
1 - REQUERIMENTO Nº 172/08 - do Sr. Henrique Afonso - que "requer a realização de uma Audiência Pública para discutir O Início da Vida Humana como Marco de Direitos Fundamentais".
B - Proposições Sujeitas à Apreciação do Plenário:
ORDINÁRIA
11 - PROJETO DE LEI Nº 1.135/91 - dos Srs. Eduardo Jorge e Sandra Starling - que "suprime o artigo 124 do Código Penal Brasileiro" (Apensado: PL 176/1995).
RELATOR: Deputado JORGE TADEU MUDALEN.
PARECER: pela rejeição deste, e do PL 176/1995, apensado.
Vista conjunta aos Deputados Dr. Pinotti, Dr. Talmir e Pastor Manoel Ferreira, em 21/11/2007.
Os Deputados Mário Heringer, Dr. Talmir, Pastor Manoel Ferreira, Dr. Pinotti, Osmânio Pereira e Elimar Máximo Damasceno apresentaram votos em separado.

Fale com o deputado
Clique em http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado
Selecione "Solicitar", Nome do Deputado "TODOS"
e digite alguma mensagem como a seguinte:

Por gentileza, solicito a Vossa Excelência que VOTE COM O RELATOR Dep. Jorge Tadeu Mudalen, que deu parecer contrário ao PL 1135/91, que pretende liberar o aborto no Brasil durante os nove meses de gestação.
As criancinhas agradecem.


Membros da Comissão de Seguridade Social e Família (http://www2.camara.gov.br/comissoes/cssf/membros)
Comissão de Seguridade Social e Família - CSSF
Presidente: Jofran Frejat (PR/DF)
1º Vice-Presidente: Rafael Guerra (PSDB/MG)
2º Vice-Presidente: Maurício Trindade (PR/BA)
3º Vice-Presidente: Raimundo Gomes de Matos (PSDB/CE)
TITULARES
SUPLENTES
PMDB/PT/PP/PR/PTB/PSC/PTC/PTdoB
Aline Corrêa PP/SP (Gab. 511-IV)
Antonio Cruz PP/MS (Gab. 325-IV)
Angela Portela PT/RR (Gab. 808-IV)
Clodovil Hernandes PR/SP (Gab. 422-IV)
Antonio Bulhões PMDB/SP (Gab. 327-IV) - vaga do PSDB/DEM/PPS
Dr. Rosinha PT/PR (Gab. 474-III)
Armando Abílio PTB/PB (Gab. 805-IV) - vaga do PSDB/DEM/PPS
Gorete Pereira PR/CE (Gab. 206-IV)
Arnaldo Faria de Sá PTB/SP (Gab. 929-IV)
Guilherme Menezes PT/BA (Gab. 743-IV)
Chico D'angelo PT/RJ (Gab. 760-IV)
Íris de Araújo PMDB/GO (Gab. 530-IV)
Cida Diogo PT/RJ (Gab. 402-IV)
Janete Rocha Pietá PT/SP (Gab. 578-III)
Darcísio Perondi PMDB/RS (Gab. 518-IV)
Lelo Coimbra PMDB/ES (Gab. 801-IV)
Geraldo Resende PMDB/MS (Gab. 905-IV)
Luiz Bassuma PT/BA (Gab. 626-IV)
Henrique Afonso PT/AC (Gab. 440-IV)
Mário Negromonte PP/BA (Gab. 345-IV)
Jofran Frejat PR/DF (Gab. 414-IV)
Neilton Mulim PR/RJ (Gab. 639-IV)
José Linhares PP/CE (Gab. 860-IV)
Pepe Vargas PT/RS (Gab. 545-IV)
Maurício Rands PT/PE (Gab. 256-IV)
Simão Sessim PP/RJ (Gab. 709-IV)
Maurício Trindade PR/BA (Gab. 456-IV)
Tadeu Filippelli PMDB/DF (Gab. 628-IV)
Nazareno Fonteles PT/PI (Gab. 825-IV)
(Deputado do PSDB/DEM/PPS ocupa a vaga)
Rita Camata PMDB/ES (Gab. 836-IV)
2 vagas
Roberto Britto PP/BA (Gab. 733-IV)

Saraiva Felipe PMDB/MG (Gab. 429-IV)

Solange Almeida PMDB/RJ (Gab. 742-IV)

Tonha Magalhães PR/BA (Gab. 611-IV) - vaga do PSOL

PSDB/DEM/PPS
Eduardo Barbosa PSDB/MG (Gab. 540-IV)
Andreia Zito PSDB/RJ (Gab. 636-IV)
Germano Bonow DEM/RS (Gab. 605-IV)
Dr. Pinotti DEM/SP (Gab. 525-IV)
João Bittar DEM/MG (Gab. 952-IV)
Fernando Coruja PPS/SC (Gab. 245-IV) - vaga do PSOL
Leandro Sampaio PPS/RJ (Gab. 471-III)
Geraldo Thadeu PPS/MG (Gab. 248-IV)
Rafael Guerra PSDB/MG (Gab. 239-IV)
Indio da Costa DEM/RJ (Gab. 441-IV)
Raimundo Gomes de Matos PSDB/CE (Gab. 725-IV)
João Campos PSDB/GO (Gab. 315-IV)
Rodrigo Maia DEM/RJ (Gab. 308-IV)
Jorge Tadeu Mudalen DEM/SP (Gab. 538-IV)
Ronaldo Caiado DEM/GO (Gab. 227-IV)
José Carlos Vieira DEM/SC (Gab. 925-IV) - vaga do PMDB/PT/PP/PR/PTB/PSC/PTC/PTdoB
(Deputado do PMDB/PT/PP/PR/PTB/PSC/PTC/PTdoB ocupa a vaga)
Leonardo Vilela PSDB/GO (Gab. 934-IV)
(Deputado do PMDB/PT/PP/PR/PTB/PSC/PTC/PTdoB ocupa a vaga)
Nice Lobão DEM/MA (Gab. 215-IV)

Saturnino Masson PSDB/MT (Gab. 524-IV)

Sebastião Madeira PSDB/MA (Gab. 405-IV)
PSB/PDT/PCdoB/PMN
Mário Heringer PDT/MG (Gab. 212-IV)
Jô Moraes PCdoB/MG (Gab. 322-IV)
Mauro Nazif PSB/RO (Gab. 948-IV)
Manato PDT/ES (Gab. 280-III)
Paulo Rubem Santiago PDT/PE (Gab. 229-IV)
Valtenir Pereira PSB/MT (Gab. 473-III)
Ribamar Alves PSB/MA (Gab. 729-IV)
(Deputado do PHS ocupa a vaga)
PV
Dr. Talmir PV/SP (Gab. 454-IV)
Dr. Nechar PV/SP (Gab. 445-IV)
PSOL
(Deputado do PMDB/PT/PP/PR/PTB/PSC/PTC/PTdoB ocupa a vaga)
(Deputado do PSDB/DEM/PPS ocupa a vaga)
PHS

Miguel Martini PHS/MG (Gab. 758-IV) - vaga do PSB/PDT/PCdoB/PMN
Secretário(a): Wagner Soares Padilha
Local: Anexo II, Pav. Superior, Ala A, sala 145
Telefones: (61)3216-6787 / 6781 a 6786
FAX: (61)3216-6790

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
Telefax: 55+62+3321-0900
Caixa Postal 456
75024-970 Anápolis GO
http://www.providaanapolis.org.br

Divulgação: www.juliosevero.com

sexta-feira, 7 de março de 2008

Ovo de chocolate ou a Morte de Cristo?

"E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles
andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso." [2 Coríntios 6:15-18]


O cristianismo começou a ser corrompido pelo mesmo tipo de paganismo durante o reinado de Constantino. Esse rei deu início à prática de combinar a doutrina, arte e objetos cristãos com os do paganismo. Esse processo é chamado "sincretização". Embora Constantino tenha iniciado a prática, a Igreja Católica Romana é que a aperfeiçoou!

A Páscoa pagã é uma data móvel que usa a prática comum da astrologia; é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua nova após Ostara. Essa data também não tem absolutamente nada que ver com a Páscoa judaica e nem com a ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo!
Em vez disso, esse dia na tradição pagã celebra o retorno de Semíramis em sua forma reencarnada da deusa da primavera. Os pagãos até mesmo têm um
equivalente para a sexta-feira santa! É a "Sexta da Páscoa", e tem historicamente sido alocada na terceira lua cheia a partir do início do ano.
Desde a associação da Páscoa pagã com a ressurreição de Jesus, a sexta-feira santa é fixada permanentemente na sexta-feira anterior à Páscoa.

Os babilônios celebravam o dia como o retorno de Ishtar (Easter), a deusa da Primavera. Esse dia celebrava o renascimento, ou reencarnação, da Natureza e da deusa da Natureza. De acordo com a lenda babilônia, um grande ovo caiu dos céus no rio Eufrates e a deusa Ishtar (Easter) eclodiu de dentro dele. Mais tarde, surgiu uma versão que incluía um ninho, em que o ovo pôde ser incubado até eclodir. Um cesto de palha ou vime foi criado para colocar o ovo da Páscoa [o ovo de Isthar].
A Procura do Ovo de Páscoa Escondido foi criada porque, se alguém encontrasse o ovo enquanto a deusa estava "renascendo", ela concederia uma benção especial ao felizardo! Como essa era uma festividade alegre da primavera, os ovos eram pintados com as brilhantes cores da primavera.

O Coelho da Páscoa.
"O totem da deusa, a lua-lebre, punha ovos para as crianças comportadas comerem... a lebre da Páscoa era a forma como os celtas imaginavam a superfície da lua cheia..." (Pagan Traditions of Holidays, pg 10).

Não precisa me dizer que as lebres não botam ovos, porque sei isso muito bem; estamos lidando com uma lenda aqui, e com uma lenda ocultista. Tradicionalmente, essas lendas brincam com os fatos reais.
Assim, "Easter" - Eostre ou Ishtar - era uma deusa da fertilidade. Visto que o coelho é uma criatura que procria rapidamente, simbolizava o ato sexual; o ovo simbolizava "nascimento" e "renovação". Juntos, o coelho da Páscoa e o ovo de Páscoa simbolizam o ato sexual e o que nasceu deles, Semíramis e Tamuz.
Assim, é realmente uma questão espiritual muito séria quando as igrejas cristãs incorporam os "Ovos da Ressurreição" como parte da celebração da Páscoa. Na melhor das hipóteses, essas igrejas estão confundindo as mentes de suas preciosas crianças, obscurecendo a linha divisória entre os símbolos pagãos e seus significados e o significado cristão do Dia da Ressurreição. As crianças que participam dos "Ovos da Ressurreição" na igreja serão condicionadas mais tarde em suas vidas a aceitarem a tradição pagã que revolve em torno dos mesmos símbolos.
No pior caso, a igreja que participa na tradição da Páscoa pagã promovendo os "Ovos da Ressurreição" e talvez uma Procura ao Ovo de Páscoa Escondido, é culpada de combinar o cristianismo com o paganismo, um coquetel letal que o Senhor Jesus rejeitará!

"Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei, e eu serei para vós Pai e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso." [Efésios 6:17-18]

Se sua igreja usa os "Ovos da Ressurreição", você deve considerar desligar-se dela imediatamente; se o pastor titular é liberal o suficiente para permitir os "Ovos da Ressurreição" na celebração do Dia da Ressurreição, então provavelmente também é liberal nas doutrinas e na teologia, mas pode não ser o suficiente para você perceber isso.

Oferendas de Páscoa - São derivadas da tradição em que os sacerdotes e sacerdotisas traziam oferendas para os templos pagãos para a deusa da primavera, Isthar. Eles traziam flores frescas da primavera e doces para colocar no altar do ídolo da deusa que adoravam. Eles também assavam um bolo de passas, decorando-o com cruzes para simbolizar a cruz de Wotan, ou algum outro deus pagão; essas cruzes não eram originalmente a cruz de Jesus Cristo. Esse é outro caso em que Satanás falsificou uma tradição pagã que poderia mais tarde ser passada como "cristã" em uma igreja seriamente comprometida com a sincretização. De fato, o primeiro caso de Bolo de Frutas Secas pode ser rastreado até cerca de 1500 AC, até Cecrops, o fundador de Atenas (Marquis, pg 18).

Nas celebrações do Velho Testamento no Israel apóstata, vemos mulheres irritando a Deus porque assavam esses bolos para oferecê-los em adoração à Rainha dos Céus [Jeremias 44:17-18 e Oséias 3:1]. A nota de rodapé para esse título "Rainha dos Céus" no Amplified Bible Commentary diz: "Uma deusa da fertilidade, provavelmente o título babilônio para Ishtar. Ela é identificada com o planeta Vênus. As oferendas para essa deusa incluíam bolos feitos na forma
de uma estrela". Mais tarde os pagãos usaram não só a forma da estrela Pentalfa como também o bolo de frutas secas.

Outra oferenda popular a Isthar eram as roupas novas, feitas ou compradas! Os sacerdotes usavam seus melhores trajes, enquanto as virgens vestais usavam vestidos brancos novos. Elas também usavam algo para cobrir as cabeças, como chapéus de palha ou toucas de tecido e muitas se adornavam com grinaldas de flores da primavera. Elas carregavam cestos de vime cheios de doces e alimentos para oferecerem aos deuses pagãos.
Serviços de Páscoa ao nascer do sol - Eram iniciados pelos sacerdotes que serviam à deusa babilônia Ishtar para simbolicamente apressar a reencarnação de Ishtar/Easter. Uma vez mais, vemos como Satanás sabia que a ressurreição de Jesus da sepultura seria descoberta nas primeiras horas do nascer do sol, e que a igreja cristã quereria realizar serviços religiosos cedo de manhã para celebrar. Satanás e seus demônios sabiam e acreditavam na Palavra de Deus
e em suas profecias literalmente, e foi-lhes concedido um certo conhecimento prévio. Exatamente como Satanás falsificou o nascimento divino de um menino de uma mãe virgem mais de mil anos antes de Jesus realmente nascer, assim também falsificou o serviço de adoração bem cedo de manhã, ao nascer do sol.

Quaresma - É puramente pagã, e ainda assim foi aceita pela Igreja Católica Romana e pelas igrejas cristãs apóstatas como "cristã". A Quaresma é uma celebração da morte de Tamuz; a lenda diz que ele foi morto por um javali selvagem aos quarenta anos. Portanto, a Quaresma celebra um dia para cada ano de vida de Tamuz (America's Occult Holidays, de Doc Marquis e Sam Pollard). Os participantes deviam expressar seu pesar pela morte precoce de Tamuz pranteando, jejuando e se auto-flagelando. A Quaresma era celebrada por exatamente quarenta dias antes da celebração à deusa Ishtar/Eostre [a Páscoa pagã] e outras deusas pelas seguintes
culturas: babilônios, católicos romanos, curdos, mexicanos, Israel antigo e, hoje, também pelas igrejas protestantes liberais e apóstatas.
Podemos ver a ira de Deus sobre essa celebração da Quaresma em Ezequiel 8:14-18; o julgamento de Deus sobre essa comemoração é descrito em Ezequiel 9, um capítulo que sugerimos que você leia atentamente, porque Deus declara que punirá de modo similar qualquer nação que não ouvir e obedecer seus mandamentos [Jeremias 12:17].

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

« o HIV é uma doença gay »

Washington, D.C., EUA — Em declaração pública no dia 8 de fevereiro de 2008, Matt Foreman, diretor executivo da Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica, perturbou o movimento homossexual militante ao se juntar à Vigilância Sanitária americana, a organizações pró-família e a um número crescente de ativistas homossexuais dispostos a admitir que a conduta homossexual representa risco extremo e é a principal responsável pela propagação do HIV/AIDS nos EUA.

Tratando do assunto da AIDS, Foreman se desviou drasticamente da linha partidária do lobby gay ao confessar: “Internamente, quando esses números são divulgados, a classe de militantes gays parece reagir com indiferença em massa, como se isso não fosse nosso problema. Gente, com 70 por cento dos portadores do HIV deste país sendo gays ou bissexuais, não podemos negar que o HIV é uma doença gay. Temos de aceitar isso e enfrentar a verdade”.

Pouco mais de um ano atrás, Lorri Jean, diretora-executiva do Centro Gay e Lésbico com sede em Los Angeles, de forma semelhante chocou o movimento homossexual ao declarar: “O HIV é uma doença gay. O HIV é nosso. Acabemos com ele”.

A confissão de Foreman vem logo após a carta de Matt Barber, diretor de questões culturais de Concerned Women for America, convidando Foreman e outros ativistas homossexuais a cooperar para desencorajar os homossexuais de se engajarem nas condutas de alto risco que pesquisadores recentemente determinaram são responsáveis pela propagação epidêmica de uma variante potencialmente mortal de uma infecção estafilococa entre certos segmentos da população gay. A Vigilância Sanitária reconheceu que muitas dessas mesmas condutas de alto risco, tais como o sexo anal entre homens, são as principais responsáveis pela propagação do HIV/AIDS.

Matt Barber falou com relação à confissão de Foreman: “É extremamente animador ver que Matt Foreman, um ativista homossexual que por muito tempo negou os perigos do estilo de vida que ele promovia, publicamente agora aceita a verdade de que esse estilo de vida traz perigos inegáveis.

“Só espero que agora ele pare de promover a conduta homossexual e faça campanhas para que as elites liberais, principalmente os que administram as escolas públicas, tomem a mesma atitude. Os educadores precisam sinceramente tratar das conseqüências potencialmente mortais do estilo de vida ‘gay’.

“É crime e falta de juízo a Associação Nacional de Educação e os educadores liberais colocarem os modismos politicamente corretos e uma agenda política enganosa acima das vidas, saúde e bem-estar das crianças da nação. A evidência está aí para todos verem. Homossexualismo não tem a ver com ‘quem’ são eles, mas com ‘o que’ fazem eles. A Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica tem agora, de fato, reconhecido essa realidade. A honestidade deles é estimulante e inesperada”, concluiu Barber.

Título do original: Top “Gay” Organization Comes Clean: “HIV is a gay disease.”


fonte - www.juliosevero.com.br

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Bactéria mortal e altamente infecciosa está atingindo homens gays

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 6:23

Doença se espalha principalmente por meio da relação sexual anal
Matthew Cullinan Hoffman


SAN FRANCISCO, EUA, 15 de janeiro de 2007 (LifeSiteNews.com) — Um novo estudo médico que apareceu na revista Anais da Medicina Americana mostra que os homossexuais estão propagando uma nova bactéria altamente infecciosa e extremamente perigosa entre si mesmos, principalmente por meio da relação sexual anal.

A bactéria, chamada MRSA USA300, é imune aos antibióticos mais conhecidos e só pode ser tratada com drogas mais raras, especialmente Vancomycin. Os pesquisadores dizem que a bactéria, que é um tipo de estafilococo, está pronta para desenvolver imunidade contra essa droga também.

Os pacientes infectados podem ter inflamações, acumulo de pus na pele e perda de órgão nas áreas afetadas. Embora não “coma” literalmente o corpo, a bactéria produz toxinas que podem provocar “necrose” — a morte do órgão próximo.

Os autores do estudo notam que a forte ligação entre condutas prejudiciais à saúde, particularmente entre homossexuais, é a força propulsora por trás da doença. “A propagação do clone USA300 entre homens que têm sexo com homens está associada a condutas de alto risco, inclusive o uso de metamfetaminas e outras drogas ilícitas, sexo com múltiplos parceiros, participação em festas com sexo grupal, uso da Internet para contatos sexuais, sexo que abrasa a pele e histórico de infecções sexualmente transmissíveis”, escreveram os autores.

“Os mesmos padrões de aumento de condutas sexuais arriscadas entre homens que têm sexo com homens — que provocaram mudanças nas convicções das pessoas com relação à gravidade do HIV diante da disponibilidade de potente terapia antiretroviral — estão levando ao ressurgimento de epidemias de sífilis, gonorréia retal e novas infecções do HIV em San Francisco, Boston e outros lugares”, acrescentam os pesquisadores.

O estudo, que se concentrou em clínicas na área de San Francisco, revelou que em alguns casos até 39% dos pacientes tinham a infecção do MRSA USA300 em seus órgãos genitais ou nádegas, embora a doença possa ser propagada por contato geral da pele e possa até ser pega a partir de superfícies.

Observando que “infecções com o USA300 MRSA, que resiste a muitas drogas, é comum entre homens que têm sexo com homens”, o estudo timidamente conclui que “a infecção do MRSA resistente a muitas drogas poderia ser transmitida sexualmente nessa população”, e aconselha “pesquisas adicionais”.

Estima-se que no Distrito de Castro de San Francisco, que tem a concentração mais elevada de homossexuais nos EUA, a taxa de infecção seja de 1 para cada 588 residentes. Um de cada 3.800 residentes de San Francisco está infectado. Os homossexuais têm uma probabilidade 13 vezes maior de se infectarem do que outros na cidade.

A doença não está só se espalhando em San Francisco, mas também em Boston, New York e Los Angeles. Além dos homossexuais, pessoas que estão doentes ou têm um sistema imunológico enfraquecido são particularmente susceptíveis. O MRSA e outros tipos de bactérias estafilococas, que muitas vezes se propagam em hospitais, matam nos EUA mais de 19.000 pessoas por ano, um índice mais elevado do que as mortes provocadas pela AIDS.

Peter LaBarbera, presidente da entidade Americanos a favor da Verdade sobre a Homossexualidade, espera que a revelação dessa nova epidemia homossexual tenha um impacto na percepção do público acerca da conduta homossexual. “Penso que os meios de comunicação, Hollywood, muitos planejadores de políticas públicas e certamente os meios acadêmicos estão num mundo de fingimentos com relação à homossexualidade e às suas conseqüências”, ele declarou para LifeSiteNews. “Eles não querem se concentrar nos riscos especiais que a conduta homossexual, principalmente entre homens, tem na arena pública, e conseqüências como esta continuam surgindo”.

Contudo, LaBarbera reconhece que os grandes meios de comunicação “invariavelmente tratarão essas questões na direção da agenda homossexual”.

“Vimos coisa idêntica ocorrer 25 anos atrás com o aparecimento da AIDS”, disse ele, “mas ironicamente a crise da AIDS inteira fortaleceu o lobby homossexual nos EUA”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Fonte: LifeSiteNews

Leitura recomendada:

Teme-se a chegada de uma nova epidemia: homossexuais podem propagar infecção estafilococo mortal para a população geral

Teme-se a chegada de uma nova epidemia: homossexuais podem propagar infecção estafilococo mortal para a população geral

Washington, D.C. — O serviço noticioso Reuters informa: “Uma variante de bactéria potencialmente mortal, resistente a drogas, não está mais presente apenas nos hospitais, mas está sendo transmitida entre gays durante o sexo, disseram pesquisadores na segunda-feira.

“Eles afirmaram que o MRSA (estafilococo que resiste à penicilina) está começando a aparecer fora dos hospitais de San Francisco, Boston, New York e Los Angeles.”

“‘Logo que alcançar a população geral, será verdadeiramente impossível detê-lo’, disse Binh Diep, pesquisador na Universidade da Califórnia, San Francisco, que conduziu o estudo”.

De acordo com o estudo, nesse ponto os homens homossexuais têm uma probabilidade 13 vezes maior de contrair a variante resistente a drogas e potencialmente mortal da infecção do estafilococo, mas o medo é que, pelo fato de que a infecção se propaga via contato de pele, os homens homossexuais logo a propagarão para a população geral.

Matt Barber, diretor de questões culturais da entidade Concerned Women for America (CWA), disse: “A classe médica há anos sabe que a conduta homossexual, principalmente entre homens, cria o ambiente ideal para a propagação de doenças muitas vezes mortais. Em anos recentes, vimos um sério ressurgimento de casos de HIV/AIDS, sífilis, gonorréia retal e muitas outras DSTs entre aqueles que se chamam ‘gays’”.

“O corpo humano é bastante cruel no modo como lida com maus tratos e com a perversão de suas funções naturais. Quando dois homens imitam o ato da relação sexual heterossexual com outro, eles criam um ambiente, uma falsificação biológica, onde as doenças proliferam. Condutas antinaturais geram conseqüências naturais.

“Em anos recentes nossa sociedade adotou uma atitude individualista para com os desvios sexuais. Programas de TV como Will & Grace glorificam o estilo de vida homossexual enquanto nossos filhos aprendem nas escolas que a homossexualidade é uma ‘orientação’ sexual alternativa perfeitamente saudável. Os militantes gays muitas vezes dão ordens: ‘Fiquem de fora de nossos quartos de dormir’.”

“Só que agora a conseqüência perigosa e possivelmente mortal do que ocorre nesses quartos de dormir está transbordando sobre a população geral. Não é só de dar medo, mas também de dar revolta”.

“Os cidadãos, principalmente os pais, precisam se levantar e dizer: ‘Basta! Não mais ficaremos sentados parados enquanto elites culturais politicamente corretas colocam em risco nossos filhos e a sociedade em geral por meio de propagandas que promovem esse estilo de vida demonstravelmente mortal’”.

“Por que é necessária uma epidemia estafilococa potencialmente mortal para que as pessoas reconheçam a realidade? Será que isso as fará enxergar? Já é o suficiente!”, concluiu Barber.

Concerned Women for America é a maior organização de mulheres que atua na esfera de políticas públicas nos EUA.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Brasil: Homossexual alicia, tortura e assassina adolescente de 14 anos

Publicado por redação em 29/12/07

JULIO SEVERO - Como sempre, a fim de proteger o homossexualismo, a mídia se recusa a chamar o assassino de homossexual. Por que a mídia faz isso?

(Fonte:
www.juliosevero.com / Último Segundo)

A notícia abaixo é de um site secular:Adolescente é assassinado e tem o órgão sexual decepado na Bahia. Um estudante de 14 anos foi assassinado a marretadas por volta das 17h30 de quinta-feira, no bairro da Boca do Rio, em Salvador, Bahia. Segundo a delegada titular da 9ª Delegacia de Polícia, que investiga o crime, Edna Maria Esteves Amorim, o garoto foi encontrado amarrado, amordaçado e com o órgão sexual decepado. Edna afirmou que a polícia foi acionada por um vizinho da residência e, ao chegar ao local, encontrou o jovem já morto e, ao lado do corpo, uma marreta e uma faca de cozinha. Segundo peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT), o garoto levou uma marretada na altura do crânio. De acordo com a delegada, a polícia já tem pistas do suspeito de ter cometido o assassinato. O proprietário da casa onde o jovem foi encontrado, V.S.B. 30 anos, teria um relacionamento amoroso com a vítima.

"Encontramos ao lado do corpo um bilhete do autor do crime pedindo desculpas à mãe do adolescente, dizendo que o estudante 'brincou demais com ele'", contou.

O Departamento de Polícia Civil investiga o caso e procura o suspeito. (Fonte: Último Segundo)

Onde estão os espancadores e assassinos homossexuais?

É bem fácil encontrar manchetes como “Gay Espancado” ou “Gay Assassinado”. Mas quem já viu manchetes como “Gay Espancador” ou “Gay Assassino”?

Os dois casos existem, mas só um deles tem a preferência da imprensa esquerdista.
Travesti é assassinado. Gay é espancado. Esses são apenas um dos poucos títulos comuns nos meios de comunicação quando a notícia envolve homossexualismo e crime.
Aliás, quando um praticante do homossexualismo sofre agressão ou assassinato, o artigo que cuida do caso pode numa única página repetir a palavra homossexual pelo menos uma dúzia de vezes.

O adjetivo homossexual, quando a vítima tem essa inclinação sexual, ganha destaque garantido. É o que impõe a cartilha gay, e a mídia a segue sem pestanejar.
Preconceito: vítimas gays são mais valorizadas do que as outras vítimas
Contudo, a imprensa evita mencionar um fator importante nas agressões e assassinatos de homossexuais. Indivíduos (sejam homossexuais ou não) que escolhem a vida dos bares, casas noturnas e outros ambientes de prostituição fácil correm mais perigo, onde a violência é uma ameaça a todos: prostitutas, clientes, homossexuais, etc. Afirmando que a maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.) Ninguém é obrigado a ir a ambientes onde há agressões, espancamentos, drogas, prostituição, brigas e assassinatos. Mas de todos os que sofrem violência nesses lugares, os que praticam o homossexualismo são alvo privilegiado da atenção dos holofotes da mídia esquerdista.
É claro que há também outros fatores de crime. O que não falta na sociedade brasileira é violência. É um dos produtos internos em que o Brasil tem mais abundância. É o PIB da criminalidade.
Outra fonte comum de crimes são as gangues. Uma gangue qualquer pode bater, agredir, estuprar e matar. Suas vítimas podem ser muitas. As autoridades reagem com seu habitual descaso. A imprensa trata como violência rotineira. Mas se, entre as suas muitas vítimas, a gangue por uma fatalidade do destino agredir um homossexual, o barulho começa: “Preconceito! Discriminação! Violência contra os homossexuais! Os homossexuais precisam de leis e proteção especial! Como compensação, eles merecem o direito de casamento e adoção de crianças!” A imprensa esquerdista, que é cutucada pelo ativismo gay, cutucará as autoridades até que haja mobilização e favorecimentos.
Belo recado, não? Todos podem sofrer, ser agredidos, estuprados e assassinados, sem direito a barulho e clamores de direitos humanos — menos os homossexuais. Só as vítimas homossexuais são úteis no perverso jogo político de obtenção de novos e estranhos direitos e privilégios. As vítimas homossexuais estão na moda. Pobres das outras vítimas, que pertencem a uma maioria que não aprendeu a explorar seus sofrimentos para obter ganhos políticos!
Será então que todos terão de se converter ao homossexualismo para serem respeitados, valorizados e notados neste Brasil violento e pró-sodomia, onde não existe guerra, mas há mais mortes violentas por ano do que em muitos países em guerra?
Arriscamos a ter no Brasil um futuro negro onde as próprias gangues temerão os homossexuais, por causa dos muitos privilégios legais concedidos ao homossexualismo. Antes de atacarem um indíviduo, as gangues poderão se sentir obrigadas a perguntar se ele é homossexual. Se não for, o ataque prosseguirá normalmente. Assim, homens, mulheres e crianças não serão poupados. Nos meios criminosos, só os homossexuais terão isenção especial e é possível que, por desespero diante da total falta de segurança que reina no Brasil, a população precise se fazer de homossexual durante uma ação de criminosos.
A que ponto chegou o Brasil: Um governo que não consegue dar nenhuma segurança para milhões de homens, mulheres e crianças agora se compromete a dar segurança à minúscula população homossexual, por causa do intenso, enorme e insistente ativismo homossexual de direitos humanos. Algumas pessoas já devem estar babando de vontade de participar do movimento homossexual, só para ter as garantias civis de segurança que o Estado jamais consegue dar à vasta maioria da população.


50.000 versus 12

Quando espremem todos os dados criminais, os militantes gays conseguem com muito esforço e suor extrair uma dezena, ou pouco mais, de assassinatos de indivíduos envolvidos no homossexualismo. Se o número de gays assassinados chegasse a 50 mil por ano, suas reivindicações no Congresso Nacional provocariam um verdadeiro terremoto de mudanças, desde a aprovação de leis contra o preconceito e a homofobia até a instituição oficial do Dia do Orgulho Gay e o Dia Nacional Contra a Homofobia. Mas mesmo com apenas uma pequena dezena de casos, eles querem tal terremoto e já estão conseguindo a aprovação de muitas leis.
Não é verdade que 50 mil gays são assassinados por ano. Contudo, esses números são reais. Por ano, 50 mil brasileiros são vítimas da pena de morte imposta pelos criminosos. É um número elevado e vergonhoso para as autoridades encarregadas da segurança da população. Esse número comprova a escassez de segurança para a população em geral. O número infinitamente pequeno de homossexuais assassinados prova que a escassez de segurança ainda não os atingiu. Com a determinação do governo Lula de proteger esse comportamento, a segurança deles e de seu comportamento está praticamente garantida.
Uma dezena não chega nem de longe a 1 por cento de 50 mil. Se uma dezena de gays assassinados por ano se transforma magicamente em matéria-prima ideológica para avançar os interesses políticos dos militantes pró-homossexualismo, o que dizer então dos interesses da vasta e esmagadora maioria da população que sofre assassinatos? Por que selecionar para tratamento especial indivíduos envolvidos no homossexualismo quando as maiores vítimas da violência no Brasil não são os homossexuais, mas o restante da população?
Além disso, as notícias envolvendo o tema homossexual costumam ser cobertas de parcialidade. Se uma página de artigo pode repetir uma dezena de vezes o adjetivo homossexual quando a vítima de um crime vivia esse estilo de vida, o oposto é verdade quando o autor de um assassinato é homossexual. Nesse caso, é preciso usar uma lupa e ter experiência de detetive, pois no que depender do jornalismo esquerdista, pode-se encontrar tudo numa notícia sobre um assassino homossexual, menos o adjetivo homossexual.
Onde foi parar o adjetivo homossexual?
A repetição da palavra homossexual no artigo onde o homossexual é vítima tem como propósito deixar muito bem claro que os homossexuais são bons e inocentes, eternas vítimas de violência. A exclusão da palavra homossexual em notícias onde um assassino é homossexual tem como propósito proteger a imagem de conto de fadas onde o homossexual e o homossexualismo têm características angélicas e boas.
Precisa de exemplo? A revista Época de 26 de fevereiro de 2007 traz o artigo: “Ele sofreu terrivelmente”. Quem? Um homossexual vítima de heterossexual? Se fosse, não há a menor dúvida de que a palavra homossexual seria enfadonhamente repetida uma dúzia de vezes, conforme a praxe jornalística pró-homossexualismo.
O artigo conta o assassinato de um jovem brasileiro na Inglaterra. O texto não cita o adjetivo homossexual nem uma única vez. No entanto, é impossível esconder completamente a verdade. O jovem brasileiro foi espancado e esfaqueado. Os investigadores constataram que foi uma morte lenta e sofrida. A polícia britânica ficou chocada com o que viu. Repito: se fosse o caso de um homossexual morto por heterossexual por qualquer motivo, os ativistas gays da Inglaterra e do Brasil teriam nas mãos um prato cheio para fazer muito barulho e sensacionalismo: inocente vítima gay espancada e esfaqueada de modo covarde e brutal por heterossexual.
Sim, houve muita covardia e brutalidade. Houve tanta crueldade que os próprios investigadores ficaram assombrados — e os homens da polícia geralmente estão acostumados a ver cenas muito pesadas. O quadro horrendo do assassinato do brasileiro foi demais até para eles.
Assassinos homossexuais geralmente cometem crimes assombrosos. Lembra-se do canibal alemão, que matou e comeu sua vítima? Ele era… o que o jornalismo esquerdista não diz que ele era! Se pensou na palavra H, acertou em cheio. Talvez a imprensa esconda os fatos de propósito, num tipo de esconde-esconde, para que o próprio público possa usar a cabeça a fim de raciocinar e adivinhar o que não está sendo revelado na notícia. Pena que, no caso de homossexuais vítimas de assassinatos, eles nos poupem desse esconde-esconde.
Embora o artigo de Época se recuse terminantemente a revelar a identidade homossexual do assassino do jovem brasileiro, há provas claras de que o assassino praticava o homossexualismo. O assassino trabalhava “numa sauna gay”. Além disso, ele estava foragido porque havia estrangulado a esposa. Ela a matou porque “ela se recusara a fazer sexo com ele e seu amante”. Obviamente, era um amante homossexual, um homem com quem o assassino mantinha relações homossexuais, mas Época não se interessou em destacar ou mesmo usar o adjetivo homossexual, que estaria perfeitamente adequado ao caso. O que não é útil para os interesses dos militantes gays, também não é útil para os interesses do jornalismo esquerdista.
O comportamento da imprensa dá a entender que não existem espancadores e assassinos homossexuais. Mesmo quando a agressão homossexual é flagrante, os esquerdistas dão um jeito de culpar… a vítima!
Em outubro de 2001, Harry Hammond, um pastor inglês, foi surrado por uma gangue de homossexuais por carregar um cartaz incentivando os homossexuais a se arrepender. Ele, não os agressores homossexuais, foi condenado por incitamento à violência e perturbação da ordem pública. Ele foi multado em 550 dólares e obrigado a pagar 725 dólares em despesas legais. Os homossexuais que o agrediram fisicamente não receberam nenhum tipo de condenação, nem das autoridades, nem da imprensa.


Por que a imprensa não abre a boca contra os espancadores gays?

Porque o esforço de dizer a verdade envolve um risco sério e potencialmente fatal. Se a imprensa resolver se desviar de sua parcialidade pró-homossexualismo e noticiar os casos de espancadores e assassinos homossexuais do mesmo jeito “objetivo” e “imparcial” que noticia os casos de gays espancados e assassinados, há o perigo de que se descubra que os casos de homossexuais perpetradores de violência podem existir em números muito maiores do que os casos de gays vítimas de violência. Esses números seriam devastadores para as ambições do movimento homossexual.

Perda do maior direito

Nem os militantes gays nem os esquerdistas controladores dos meios de comunicação querem que o público tenha acesso à verdade nua e crua. No caso dos ativistas gays, o motivo é óbvio. Se cada caso de gay espancado e assassinado é explorado e usado para a conquista de mais direitos na sociedade, por que não deveria haver perda de direitos com cada caso de espancador e assassino homossexual?
Para infelicidade dos que querem impor o homossexualismo como normal na sociedade, o maior veículo de comunicação durante vários milênios — a Palavra de Deus — declara que as práticas homossexuais não somente são repugnantes, mas também tiram de seus praticantes importantes direitos.
Embora os ativistas gays se mobilizem com muito ardil e intensidade para fazer conquistas legais, sociais e políticas para seu comportamento sexual, a Palavra de Deus deixa bem claro que os homens que insistirem em suas práticas homossexuais terão total perda de direitos na eternidade, inclusive exclusão do Reino de Deus. Deus diz:
“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante”. (Levítico 18:22 NVI)
“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos e, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 NVI)
Os radicais militantes gays podem então conquistar todos os direitos aqui na terra e mudar completamente a sociedade e suas leis, mas jamais conseguirão mudar Deus e suas leis. A sentença divina já foi dada, há muito tempo. Largue o pecado, ou perca o maior de todos os direitos.
É claro, nem todos os homens que vivem no homossexualismo são espancados ou assassinados. Nem todos são também espancadores ou assassinos. Mas todos os homens que se recusam a abandonar as práticas homossexuais serão perdedores do maior e melhor direito que só podem ter aqueles que se entregam a Jesus Cristo e abandonam seus pecados: o direito inigualável de entrar no Reino de Deus e viver eternamente em amor, paz, segurança, felicidade e a companhia alegre de Deus e seus anjos.
Vale então a pena viver agarrado ao pecado (seja adultério, roubo, homossexualidade, etc.) quando a perda final envolve um direito tão grande e maravilhoso?


A dura verdade…

Se os grupos de militantes gays querem lembrar à sociedade que por ano uma dezena de homossexuais é vítima de assassinatos no Brasil, precisamos lembrar a eles que por ano a sociedade inteira é vítima não de uma dezena, mas de 50 mil assassinatos. Temos infinitamente mais motivos para chorar, reclamar e reivindicar do que eles.
Se eles insistirem em seus números, então por que não cobrar-lhes o papel do homossexualismo nos crimes violentos? É mera coincidência que os 10 maiores assassinos dos Estados Unidos tenham o homossexualismo como característica comum de comportamento?[1] Por que no Brasil também não coletamos os números da violência cometida por agressores homossexuais?
Temos hoje no Brasil muitas notícias sobre homossexualismo e crime, porém se a sociedade tem de ser pressionada a se preocupar com uma dezena de homossexuais mortos por ano, então por que também não lhe dar o justo direito de conhecer quantos homens, mulheres e crianças são assassinados por homossexuais?
Um jornalismo verdadeiramente justo e imparcial não teria dificuldade alguma de tratar dessa questão.


Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br
[1] Essa informação encontra-se num capítulo inteiro do meu livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia.
Leitura recomendada:
O uso e abuso gay da palavra preconceito

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Natal que se repete.

O relato que encontramos no Evangelho de Mateus nos apresenta três reações ao nascimento de Jesus, que se repetem até hoje: 1. Fé, 2. Perplexidade e 3. Indiferença.

1. Fé

Em Mateus 2.1-2 lemos: "Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém. E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo".

Quem crê, vem

O que levou os magos do Oriente a virem a Israel buscando um encontro pessoal com o Rei dos judeus? Não foi, em primeiro lugar, a estrela que os levou a essa decisão, pois ela foi apenas um fato visível posterior. A realidade do nascimento de Jesus foi o motivo de sua viagem. Lemos duas vezes: "Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia... Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Pois vimos a sua estrela no Oriente..." Eles não buscavam a estrela, eles saíram em busca de Jesus.

Jesus veio – e por isso também podemos vir a Ele!

A certeza dos magos de que Jesus realmente havia nascido levou-os a Belém. Certamente o sinal visível da estrela guiando seu caminho foi para eles uma grande ajuda em sua longa jornada. Esse fato deixa bem claro que qualquer pessoa pode vir a Jesus, porque Ele existe! Hebreus 11.6 diz: "De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam".

Essa história se repete nos tempos de hoje: conhecemos o Evangelho, temos a Bíblia. Mas é a fé viva em Jesus, a certeza de que Ele existe, que nos atrai a Ele e nos leva a falar com Ele em oração.

"Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra" (Mt 2.11). Quem crê certamente não vê como os católicos. Na Bíblia não está escrito: "Viram Maria, sua mãe, com o menino" (como mostra a maioria das imagens católicas), mas: "o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram."

Quem crê consegue ver o objetivo da salvação e jamais erra o alvo. "Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão a Jesus" (Mt 17.8). O olhar da fé é dirigido diretamente a Jesus, que é nosso Mediador e nossa salvação perfeita. Quem crê também vê que, com Jesus, só pode haver entrega total, consagração da vida inteira, sem segurar nada para si mesmo. Abrimos nossas vidas e entregamos a Ele nossos tesouros? Ele é o dono de nossa vida? Nossa vida é um sacrifício pleno e completo ao Senhor?

2. Perplexidade

"Tendo ouvido isso, alarmou-se o rei Herodes, e, com ele, toda a Jerusalém" (Mt 2.3). Herodes, o Grande, era um idumeu, designado pelo senado romano para reinar sobre a Judéia. Ele descendia de Esaú e supõe-se que se converteu ao judaísmo apenas por conveniência.

Perplexo só porque temia perder o trono! Em Jesus ele via um rival. Quem não estiver disposto a descer do trono de seu próprio coração, deixando Jesus reinar sobre ele, viverá sempre com medo. Qualquer notícia sobre a bênção na vida de outra pessoa causará perplexidade, pois não é Jesus quem reina nesse coração, mas a inveja e o ciúme. Uma pessoa invejosa sempre vê seu próximo como seu concorrente.

Não é assustador ver que um homem tão empenhado na reconstrução de Jerusalém, um homem que chegou a construir um impressionante templo para o culto judeu, não foi capaz de entregar e consagrar sua vida a Deus?! Ele próprio não possuía conhecimento das Escrituras, pois teve de mandar chamar os sacerdotes e escribas. Apesar das muitas obras religiosas, seu coração continuou cheio de trevas. Quantos "cristãos" trabalham no Reino de Deus, mas não chegam nunca até o próprio Cristo!


"...alarmou-se o rei Herodes, e, com ele, toda a Jerusalém." Em Israel esperava-se pelo Messias. As pessoas poderiam ter se alegrado, mas ficaram alarmadas. Por quê? Porque não desejavam mudanças e porque estavam satisfeitas com as tradições. Mas elas também se alarmaram por temerem um banho de sangue e pelo medo que tinham dos romanos. Parece que consideravam os romanos mais poderosos que o próprio Deus. Eles sempre queriam a intervenção de Deus em relação aos romanos, seus odiados inimigos – mas não dessa maneira!

Hoje a situação é semelhante. Vivemos em um cristianismo satisfeito consigo mesmo e cultuamos tradições cristãs. Somos oprimidos pelo inimigo e desejamos mudanças, mas não através do Nome de Jesus. Quando alguém fala concretamente de Jesus, quando diz porque Ele veio, quem Ele é e o que Ele quer, então muitos ficam perplexos e alarmados. Quem não deseja mudar sua própria vida e está satisfeito com o que é e o que tem, ficará inquieto quando o Espírito de Deus tocar em seu coração para mudar certas coisas e para começar a fazer algo novo em sua vida.

3. Indiferença

"Então, convocando todos os principais sacerdotes e escribas do povo, indagava deles onde o Cristo deveria nascer. Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta: E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar a meu povo, Israel" (Mt 2.4-6).

Os escribas detinham a incumbência de fazer cópias das Sagradas Escrituras e de zelar fielmente por toda letra do Antigo Testamento. Eles eram responsáveis pelo cumprimento exato das leis transmitidas oralmente. Para isso escreviam comentários sobre o Antigo Testamento.

Eles eram versados na Palavra de Deus mais que qualquer outra pessoa. Eles conheciam a Palavra Profética e criam nela – mas não em seu cumprimento, pois não tinham uma relação pessoal com ela. Mesmo lidando com a Palavra em nível religioso, tradicional e profissional, seu cumprimento deixou-os assustadoramente frios. Justamente a cúpula da religiosidade de Jerusalém mostrou-se desinteressada pelo nascimento de Jesus, indicado por tantas profecias. Conhecimento das Escrituras não significa automaticamente conhecimento de Deus. Já no nascimento de Jesus ficou evidente que os escribas e fariseus viviam uma vida aparentemente piedosa, mas na realidade estavam mortos espiritualmente. Eles, que deveriam ter sido os primeiros a visitarem Jesus, nem se dirigiram até Ele.

Aqui fica evidente de uma maneira muito trágica que os escribas e principais sacerdotes nunca tinham buscado ao Senhor Jesus. O mistério do Senhor manteve-se oculto aos seus olhos, por não O temerem e por não O buscarem. Não é assustador observar que os mais piedosos dos religiosos mantiveram-se na mesma escuridão espiritual que encobria o ímpio Herodes?

Com Jesus o que importa não é saber muito, falar muito ou fazer muito. O que importa é largar tudo e ir até Ele! "E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo. Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra" (Mt 2.10-11).


Venha também você a Jesus, adore-O e entregue-Lhe sua oferta (toda a sua vida, veja Romanos 12.1), pois Ele fez tudo por você ao tornar-se homem e ao morrer na cruz do Calvário!


chamada.com.br

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

"É impossível, para mim, voltar a ser o que era antes", afirma ex-travesti

Ex-travesti casa na igreja e jura amor eterno para a noiva. Os tempos de madrinha da bateria da Aruc fazem agora parte do passado.

(Fonte: Correio Web) - Sábado de carnaval. A noite nublada imprimia ainda mais solidão às ruas vazias de Brasília. Mas era carnaval, não havia como negar. Nas tevês, Olinda, Salvador e Rio de Janeiro pegavam fogo. Em Brasília, a animação não chegava a banho-maria. Aqui e ali, ouvia-se o batuque de um tamborim. No Eixo Monumental, a Passarela da Alegria coloria-se à espera da tal alegria que lhe dá o nome.

Enquanto isso, numa igreja evangélica na L2 Sul, um desconhecido Paulo Trindade, 35 anos, casava-se com a simpática morena Susan Soares dos Santos, 19 (fot esq.). Até aí, nada de incomum, não fosse por um detalhe: há dois anos, Paulo era o travesti Paulinha, madrinha da bateria da Associação Recreativa e Cultural Unidos do Cruzeiro (Aruc). Depois de viver relacionamentos homossexuais por anos, Paulo fez o que muitas pessoas duvidam que pode ocorrer na vida de um gay: virou heterossexual. Apaixonou-se por uma mulher e resolveu se casar.

A cerimônia aconteceu na Igreja Batista Central de Brasília. Foi igual a qualquer outra. Havia pares de daminhas e pajens, fila de padrinhos, música romântica, igreja ornamentada e atraso. Muito atraso. Marcada para as 19h30, a cerimônia começou somente às 20h45. Enquanto esperavam, os convidados andavam de um lado para o outro. Mulheres em longos vestidos, homens de terno, meninas vestidas como princesas. Eram, na maioria, pessoas simples. E empolgadas com o acontecimento.

‘‘Foi uma obra de Deus’’, disse Eduardo Vidal, 60 anos, um dos padrinhos do noivo, referindo-se à mudança na vida de Paulo. ‘‘Mas essa transformação partiu do coração dele. Deus não invade’’, acrescentou Nilvânia F. Chaves, 35, amiga do ex-travesti desde os tempos em que ele era artista performático — e era considerado, segundo ela, ‘‘a mulher mais bonita de Sobradinho’’.

Deus — ou o Espírito Santo por ele enviado — foi apontado por todos como responsável pelo milagre realizado em Paulo. O pensamento era unânime. ‘‘Ele parou, pensou em Jesus e teve uma segunda chance. O passado não existe mais. Por acreditar nisso, permiti o casamento’’, argumentou Roberto dos Santos Filho, 45, pai da noiva.

O passado de plumas, paetês e purpurina parece mesmo ter ficado para trás. Não mais Gloria Gaynor. Não mais desfiles, cabelos longos, peitos siliconados. Para Paulo, o brilho da vida gay ’’virou fogo fátuo‘‘. Nem mesmo o relacionamento estável com outro homem lhe proporcionava paz. Paulo não se aceitava mais como Paulinha.

No dia 13 de janeiro de 2000, ele tomou a decisão que faria sua vida virar de ponta cabeça: seria heterossexual. O início da mudança coincidiu com seu ingresso na igreja evangélica Assembléia de Deus Ágape, em Sobradinho. Lá, deu testemunho de vida, chorou, rebelou-se contra a vida que levava até então. Os amigos torceram o nariz, as pessoas fizeram chacota, a mídia repercutiu. Mas o ex-travesti não desistiu. Hoje, atesta: ‘‘É impossível, para mim, voltar a ser o que era antes’’.

Lua-de-mel

Nove pares de arranjos florais adornavam o caminho até o altar. Pisando em tapete bege, a noiva foi recebida por um nervoso Paulo e chorou em várias ocasiões. O próprio noivo foi tomado pela emoção quando Susan declarou-lhe amor eterno por meio de uma canção. As lágrimas rolaram — não tanto quanto as águas que rolam nos carnavais que já foram prioridade na vida de Paulo, mas rolaram.

‘‘Lembre-se, Paulo: o que Deus une, o homem não separa’’, bradou o pastor Luiz Gustavo ao microfone, quando os noivos, já casados, saíam da igreja. ‘‘Lembre-se, Susan: o que Deus une, o homem não separa’’, disse, mais uma vez. O pastor mostrava-se confiante. Não falou sobre o passado de Paulo, mas frisou, em vários momentos, as benesses da união entre homem e mulher. A beleza do amor-até-que-a-morte-os-separe. A pureza da monogamia.

Paulo e Susan, ele maquiador e cabeleireiro, ela estudante, viajaram em lua-de-mel para o Rio de Janeiro. Não para cair no samba ou mesmo participar de alguma troça de rua. Foram para uma praia reservada e distante do burburinho. Confiantes e dispostos a começar vida nova. ‘‘Encontrei o caminho. Encontrei a paz. É um renascimento’’, disse o recém-casado.

domingo, 2 de dezembro de 2007

Política Nacional de "Direitos Sexuais" e "Direitos Reprodutivos"


Ao ser lançada a Política Nacional de Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, em 22 de março de 2005, a agência de notícias do Ministério da Saúde afirmou:

“Segundo estimativas da OMS (Organização Mundial de Saúde), no Brasil, 31% das gravidezes terminam em abortamento. Todos os anos ocorrem de acordo com as estimativas, cerca de 1,4 milhão de abortamentos espontâneos e/ou inseguros, com uma taxa de 3,7 abortos para 100 mulheres de 15 a 49 anos”

O então Ministro da Saúde referiu essa cifra, de “1,4 milhão de abortamentos espontâneos e/ou inseguros”, em debate realizado no dia 7 de março de 2005 no auditório do jornal “Folha de São Paulo”.

Todavia, não esclareceu o Sr. Ministro, nem esclarece o Ministério da Saúde, qual o documento e/ou fonte da OMS em que consta tal número e qual a pesquisa e/ou estudo que o fundamentam.

O que se sabe é que, de há muito, os lobistas do aborto aumentam (no Brasil e no mundo) os números respectivos, para tentar chegar aos seus intentos, inclusive valendo-se de citações não autorizadas e sem base, cuja fonte seria a OMS - Organização Mundial da Saúde.

No início da década de 1990, atribuía-se a relatório da OMS a existência de mais de três milhões de abortos anuais da Brasil (um absurdo, pois nos Estados Unidos da América, onde o aborto é amplamente legalizado desde 1973 e cuja população supera em mais de 100 milhões de habitantes a nossa, os números anuais de abortos situam-se, de há muito, ao redor de 1.550.000).

A tática de aumentar enormemente o número suposto de abortos provocados, bem como o de mortes maternas decorrentes, é estratagema antigo, como consta de pronunciamento do Dr. Bernard Nathanson, ginecologista e obstetra norte-americano, uma das maiores lideranças nos anos 60 e 70 no lobby pela legalização do aborto nos EUA e que, a partir de estudos de embriologia, em que foi constatando que o feto desenvolve uma vida com semelhanças à da criança fora do útero, começou a se questionar sobre sua prática abortista, sendo atualmente defensor da vida desde o início de sua existência, ou seja, desde a concepção. Diz o Dr. Bernard Nathanson a propósito da manipulação e aumento dos números relativos a aborto:

"É uma tática importante. Dizíamos, em 1968, que na América se praticavam um milhão de abortos clandestinos, quando sabíamos que estes não ultrapassavam de cem mil, mas esse número não nos servia e multiplicamos por dez para chamar a atenção. Também repetíamos constantemente que as mortes maternas por aborto clandestino se aproximavam de dez mil, quando sabíamos que eram apenas duzentas, mas esse número era muito pequeno para a propaganda. Esta tática do engano e da grande mentira se repete constantemente acaba sendo aceita como verdade. Nós nos lançamos para a conquista dos meios de comunicações sociais, dos grupos universitários, sobretudo das feministas. Eles escutavam tudo o que dizíamos, inclusive as mentiras, e logo divulgavam pelos meios de comunicações sociais, base da propaganda."


(Conferência realizada no Colégio Médico de Madrid, em 5 de novembro de 1982, intitulada: "Eu pratiquei cinco mil abortos", publicada pela revista Fuerza Nueva).

Aborto - questão de saúde pública?

“Aborto é questão de saúde pública”: foi a tese das conferências do Cairo (1994) e de Pequim (1995), organizadas pela ONU, que incentiva internacionalmente o aborto. Mas, consideremos mais de perto esta questão. Fala-se de “milhares” de mulheres que a cada ano morrem no Brasil por causa do aborto clandestino e conseqüentemente mal feito. As estatísticas oficiais do Ministério da Saúde registram menos de duzentas mortes maternas por esta causa e nestes últimos anos o número tem constantemente e sensivelmente diminuído (de 344 em 1980 a 114 em 2002) sem que houvesse nenhuma mudança de legislação. Não se trata de “milhares de mortes”. (Interessante é que em nosso país morrem mais mulheres ao ano (cerca de 3.000) por contato com plantas e/ou animais venenosos do que por aborto e até agora essa não é uma questão de saúde pública!)

Qual então a solução para reduzir estas mortes? As feministas invocam a legalização do aborto como a melhor solução. Mas a experiência dos países onde o aborto já foi legalizado não confirma esta tese. Na Europa, em países onde o aborto era proibido tem mortalidade materna inferior a de outros países onde o aborto foi legalizado há vários anos. Portugal (08 mortes maternas a cada 100.000 nascidos vivos), Irlanda (05 mortes ...) e Polônia (04 mortes...), onde o aborto é ou era proibido até este ano, registram mortalidade materna inferior à da Inglaterra (13 mortes) dos EUA (17 mortes), onde o aborto foi legalizado há décadas, e da Rússia (67 mortes..). O mesmo acontece na América Latina: Chile (31 mortes...), Costa Rica (29) e Uruguai (27), onde o aborto é proibido, tem mortalidade materna inferior à de Cuba (33 mortes..) e da Guiana (170) onde o aborto já é legalizado há vários anos.

Outra afirmação que não corresponde à verdade, quando se discute sobre o aborto, é dizer que com a legalização diminuiria o número de abortos. Se isto está acontecendo em alguns países europeus (França, Alemanha, Holanda e Bélgica) é porque nestes países está diminuindo a natalidade como um todo e, portanto, também o número de abortos. Mas na grande maioria das nações que legalizaram o aborto, o número destes continua aumentando ou se estabilizou em valores bem superiores aos que se registravam antes da legalização. Exemplo típico é dos EUA, onde acontecem cerca de um milhão de abortos legais a cada ano, enquanto antes da legalização o número não passava de duzentos mil. O mesmo se verifica na Inglaterra, Canadá, Espanha, Rússia, Cuba, Austrália e Nova Zelândia.

Diz-se falsamente que a legalização do aborto diminui a morte materna. Ora, “... mais de 59% das mortes maternas do mundo ocorrem nos países que têm as leis menos restritivas. Na Índia, por exemplo, onde existe uma legislação que permite o aborto em quase todos os casos desde 1972, é onde mais mortes maternas ocorrem. A cada ano, registram-se cerca de 136.000 casos, equivalentes a 25% do total mundial, que para o ano 2000 se calculou em 529.000 [...] Nos países desenvolvidos também se pode ver que não há uma correlação entre a legalidade do aborto e os índices de mortalidade materna. A Rússia, com uma das legislações mais amplas, tem uma taxa de mortalidade materna alta (67 por 100.000 nascidos vivos), seis vezes superior à média. Em contraste, a Irlanda, onde o aborto é ilegal praticamente em todos os casos, possui uma das taxas de mortalidade materna mais baixas do mundo (5 por 100.000 nascidos vivos), três vezes inferior à do Reino Unido (13 por 100.000 NV) e à dos Estados Unidos (17 por 100.000 NV), países onde o aborto é amplamente permitido e os padrões de saúde são altos”.

"Milhares de mulheres estão morrendo... bla bla bla..." - A Falácia

Os dados disponíveis no SUS (Sistema Único de Saúde - vide http://www.datasus.gov.br ) informam para os anos de 1996 a 2002 números que vão de no máximo 163 (no ano de 1997) a no mínimo 115 (no ano de 2002) de “mulheres mortas em gravidez que terminou em aborto”. os dados disponíveis do Sistema Único de Saúde – SUS e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, apontam, nas últimas décadas, para uma contínua e expressiva redução da taxa de mortalidade materna decorrente de aborto no Brasil,

Com um detalhe importante: essa cifra engloba não só a morte materna devida a abortos provocados. Ela engloba: gravidez ectópica, mola hidatiforme, outros produtos anormais da concepção, aborto espontâneo, aborto “por razões médicas e legais” (sic), outros tipos de aborto, aborto não especificado, e falhas de tentativa de aborto. Com uma gama tão abrangente, a cifra não chega a duas centenas anuais, para decepção dos abortistas.

Conforme divulgação constante da Biblioteca Virtual da Saúde (http://www.bvs.gov.br/), de um total de 247.884 atendimentos no SUS, no ano 2000, relacionados a abortos espontâneos e por outras causas (nas quais estariam inseridos os abortos provocados), houve 67 “óbitos hospitalares”, ou seja, número incomparavelmente menor que o que costuma ser divulgado.

Enfim, como provar, pelos dados do SUS, que a morte materna por aborto é muito pequena no país?

Vá até o sítio http://www.datasus.gov.br/ , clique em "Informações de Saúde" e depois em "Estatísticas vitais: mortalidade e nascidos vivos". Marque depois o item "Óbitos maternos, desde 1996" e Abrangência Geográfica "Brasil por Região e Unidade da Federação".

É gerada então uma enorme tabela (que eu aconsenho recortar e colar em uma planinha, como fiz)



Esse número, já tão pequeno, pode ser reduzido a zero, se o governo, ao invés de estimular o aborto, combater a sua prática.

sábado, 1 de dezembro de 2007

mundo: "Então sereis atribulados e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome"

Mateus 24:9 - O princípio das dores!
A perseguição àqueles que não negam o nome de Jesus Cristo em suas vidas!

Radicais mulçumanos destroem e saqueiam igreja vazia - Publicado por Redação em 1/12/07

INDONÉSIA - No último dia 18 de novembro, mais de 250 radicais mulçumanos atacaram as dependências da Igreja Cristã Pasudam, em Bandung, em Java Ocidental. Armados de barras de metal, o bando destruiu o equipamento de som da igreja, vidros, lâmpadas e cadeiras. Não houve vítimas.

"Os radicais observaram o prédio vazio. Depois, eles começaram a destruir a igreja e a jogar objetos destruídos para fora", declarou o reverendo Simon Timorason

Os ataques contra as igrejas na Indonésia continuam desenfreados, em especial na província de Java Ocidental. Em 2007, mais de 25 igrejas e centros de louvor e adoração foram fechados, invadidos e demolidos por grupos fundamentalistas islâmicos. Apesar das investigações policiais, todos os criminosos continuam soltos ou foragidos e ainda não houve nenhuma condenação.

Crianças não são poupadas ao cruzarem a fronteira na Coréia - Publicado por Redação em 30/11/07

CORÉIA DO NORTE - O norte-coreano Jong-Cheol (esse não é seu nome verdadeiro) cresceu sem seu pai, que morreu jovem. Quando era pequeno, a avó lhe contava histórias bíblicas. Como muitas crianças que vivem na Coréia do Norte, assolada pela fome, depois de certa idade, ele começou a perambular pelo país à procura de comida até que um dia cruzou a fronteira com a China.

Na China, o menino foi recolhido por um missionário chinês. Foi ali que ele conheceu Jesus e o aceitou como seu salvador pessoal. Naquele momento entendeu que sua mãe e sua avó também eram cristãs.


Certo dia, Jong-Cheol foi capturado com outras crianças. A polícia chinesa os prendeu e eles foram deportados para a Coréia do Norte, fato que ocorre com milhares de crianças e adultos todos os anos (e que é o motivo do protesto internacional).

De volta à Coréia do Norte, as crianças eram interrogadas diariamente, às vezes com uso de violência. Uma das crianças não resistiu e contou que Jong-Cheol era cristão. O menino foi executado por recusar-se a negar Jesus.

Protesto Internacional

Como resposta ao tratamento que os refugiados norte-coreanos recebem na China, a Coligalição de Liberdade da Coréia do Norte – a qual a Portas Abertas faz parte – planeja um "Protesto Internacional Contra o Tratamento Violento Dispensado aos Refugiados Norte-Coreanos na China".

Entre hoje e amanhã, dia 1º de dezembro, manifestações, entrega de petições e vigílias de oração serão feitas em frente aos consulados e embaixadas chinesas em cidades ao redor do mundo. No Brasil a mobilização ocorre no sábado das 9h30 ao meio-dia em frente à Embaixada e representações diplomáticas da China.

"As manifestações são uma forma de pressionar o governo chinês a cumprir suas obrigações segundo o Protocolo de 1967, Relativo ao Estatuto dos Refugiados, da ONU", declara Lindsay Vessey, coordenadora da área de ativismo da missão Portas Abertas nos Estados Unidos.

"De acordo com essa convenção, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) deveria ter acesso aos refugiados norte-coreanos que se encontram na China – estima-se que existam entre 100.000 a 300.000 – e poder protegê-los e ajudá-los a encontrar asilo em outros países como os EUA e a Coréia do Sul".

Porém, a China manda os refugiados de volta à Coréia do Norte, onde eles enfrentam uma punição terrível; morte, como foi o caso de Jong-Cheol ou prisão por um longo período de tempo.

"O governo chinês precisa saber que os cristãos ao redor do mundo estão a par e se importam com essa flagrante violação dos direitos humanos e que estaremos comprometidos em continuar orando e ajudando os refugiados, muitos dos quais cristãos", explica ela.

Não esqueça, o protesto no Brasil começa às 9h30 deste sábado e termina ao meio-dia nas representações diplomáticas chinesas de duas cidades:

Rio de Janeiro
Consulado Geral da República Popular da China
Fax (0--21) 2551-5736
E-mail: chinaconsul_rj_br@mfa.gov.cn
Rua Muniz Barreto, 715, Botafogo,
Rio de Janeiro - RJ

São Paulo
Consulado Geral da República Popular da China
Fax (0--11) 3062-4396
E-mail: consuladodachina@terra.com.br
Rua Estados Unidos, 1071, Jardim América,
São Paulo - SP

As pessoas que moram em outras cidades podem participar enviando um fax ou e-mail para:

Brasília - Embaixada da República Popular da China
Fax: (0--61) 346-3299
E-mail: chinaemb_br@mfa.gov.cn

Por favor, para que possamos quantificar o número de protestos, envie uma cópia da sua manifestação escrita para o email: mobilizacaocoreiadonorte@gmail.com

A Coligação de Liberdade da Coréia do Norte reúne organizações não governamentais, de direitos humanos e religiosas americanas e coreanas, cujo principal objetivo é levar liberdade ao povo da Coréia do Norte e assegurar que os direitos humanos e a política mundial com relação à Coréia do Norte recebam atenção prioritária. Para conhecer o site (em inglês) da coligação, clique:
http://www.nkfreedom.org


Evangélicos são presos em vigília, mulheres e crianças apanham - Publicado por Redação em 27/11/07

CUBA - Forças de repressão do governo cubano bateram brutalmente em famílias cristãs de um bairro pobre de Havana que realizavam uma vigília de oração em nome de todos os prisioneiros políticos cubanos.

- A mobília e os pertences pessoais de um defensor de direitos humanos, Juan Bermúdez Toranzo, de 30 anos, foram completamente destruídos.

“Os ativistas foram presos e ameaçados de processo", disse Juan Carlos González Leiva, um advogado cristão cego que conduz a Fundação Cubana de Direitos Humanos e o Conselho de Direitos Humanos.

Segundo ele, os problemas começaram na última quinta-feira, 22 de novembro, quando cerca de 30 funcionários da polícia política cubana e do Escritório Cubano de Segurança Estatal invadiram, violentamente, a região de San Miguel del Padron, em Havana.

A polícia, contou Leiva, "bateu brutalmente em todas as famílias e vizinhos presentes, incluindo mulheres e crianças."

O ativista foi "arrastado junto com o filho de dois anos do quarto dele para fora da rua e jogado em um carro de patrulha com outros ativistas da Fundação Cubana de Direitos Humanos." Não se sabe o que aconteceu com o bebê.

O pastor Yordis Ferrer, que conduz uma congregação pentecostal, foi levado junto com quatro ativistas de direitos humanos a uma delegacia de polícia local para investigação, todos ainda são detidos", disse González Leiva.

O pastor foi detido porque foi socorrer a esposa, Nery, enquanto os guardas batiam nela.


Extremistas hindus interrompem culto dominical - Publicado por Redação em 24/11/07

ÍNDIA - Extremistas hindus interromperam um culto dominical, aterrorizando o pastor e os membros de seu rebanho. O incidente aconteceu no dia 11 de novembro em Vidyaranya Pura, Mysore, no Estado de Karnataka no sul da Índia.

De acordo com o site www.persecution.in, por volta das 11 da manhã, um grupo de 30 fundamentalistas hindus entrou no local onde ocorria o culto.

Eles forçaram o pastor Raju a parar a reunião e começaram a amaldiçoá-lo em alta voz.

Conta-se que os invasores disseram que a Índia era um país hindu e que um culto em louvor a Jesus Cristo não poderia ser permitido. O site informou que os fundamentalistas também ameaçaram a congregação com mais ataques caso os cultos continuassem.

O pastor Raju lidera o culto de louvor em um centro comunitário há cerca de um ano e meio.

De acordo com o http://www.persecution.in/ , os hindus deixaram o centro comunitário dizendo que “não os atacariam porque havia muitos cristãos reunidos”. O site disse que durante o culto havia 100 cristãos no local.

Um coordenador do Conselho Global de Cristãos Indianos , o pastor da igreja e outros cristãos que estavam no culto prestaram queixas à polícia.


Estudantes de faculdade Bíblica sofrem agressões - Publicado por Redação em 23/11/07

ÍNDIA - Quatro estudantes de uma faculdade Bíblica na cidade de Bhiwandi, Estado de Haryana, foram atacados por hindus nos últimos dias em duas ocasiões distintas.

De acordo com o Conselho Global de Cristãos Indianos ( GCIC, sigla em inglês), radicais hindus cercaram dois estudantes e os levaram à força até uma igreja batista na semana passada.

Nesse meio tempo, os fundamentalistas também arrastaram um funcionário da igreja e ameaçaram incendiar o templo. Os três foram espancados.

A polícia chegou muito tempo depois à igreja batista e levou os cristãos feridos junto com os agressores para a delegacia de polícia. Uma queixa foi registrada pela polícia de Haryana contra os fundamentalistas.

Em um incidente separado, outros dois estudantes de uma escola bíblica em Ambala, na cidade de Bhiwandi, foram capturados por membros de uma organização hindu, no dia 15 de novembro, enquanto distribuíam literatura cristã.

Os rapazes foram espancados em público e tiveram os seus materiais religiosos queimados. A polícia registrou uma ocorrência contra os oito radicais envolvidos, mas não soube dizer se há conexão entre esse ataque e o outro.


Casal iraniano julgado por apostasia pode ser condenado à morte - Publicado por Redação em 19/11/07

IRÃ - Um casal cristão iraniano foi castigado com açoites de chicote por deixar o islã, em um caso que acirrou ainda mais as preocupações com a perseguição religiosa no Irã, segundo informações de um grupo de direitos humanos. Eles ainda podem ser condenados à morte.

Seis funcionários, provavelmente da temida polícia religiosa iraniana, visitaram a casa do casal em setembro e os levaram para um castigo. Os nomes deles não foram divulgados por motivos de segurança.“O marido realmente é um ex-muçulmano que se tornou cristão há anos, mas a esposa nasceu em uma família cristã assíria e nunca foi uma muçulmana", explicou uma fonte que tem contatos próximos.

Em julho deste ano, o caso do casal chegou à Corte, onde eles admitiram que são cristãos. "A lei os considera muçulmanos e o julgamento que está sendo conduzido no tribunal os coloca como apóstatas do islã, sujeitos, conseqüentemente, a um castigo brutal."

Infelizmente, este não é um caso isolado. Mas apesar dos perigos de vida, cristãos iranianos que vivem em outros países planejam voltar para sua terra natal, a fim de pregarem o Evangelho.

(Fonte: Portas Abertas)

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Quem financia o aborto ilegal no Brasil???

...das projeções populacionais da ONU para o ano de 2300, uma das quais prevê uma redução populacional de 6 bilhões de habitantes para apenas 2 bilhões, o que não poderia supor-se que se daria espontaneamente, sendo portanto uma projeção que pressupõe um trabalho de implantação do aborto e do controle da natalidade.Trata-se de uma imposição externa de políticas de controle populacional sobre uma população que é contrária à sua prática. Não é, de modo algum, planejamento familiar, nem uma questão de saúde pública.
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Está novamente para ser votado na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados em Brasília um projeto de lei que tramita sob o nome de PL 1135/91. De autoria do governo Lula, o projeto pretende legalizar no Brasil o aborto, por qualquer motivo, durante todos os nove meses da gravidez.



O projeto, que pretende legalizar o aborto de modo a transformá-lo em um direito e torná-lo totalmente livre para qualquer caso durante todos os nove meses da gravidez, foi elaborado pela Comissão Tripartite organizada pelo governo do presidente Lula na primeira metade do ano de 2005.

Por causa da pressão da sociedade brasileira que se posicionou contra o mesmo, o projeto não conseguiu ser votado em 2005, foi desarquivado no início de 2007 a pedido do deputado José Genoíno e será votado nas próximas semanas no Congresso Nacional.

No dia 27 de junho de 2007 foi realizada na Câmara dos Deputados uma audiência pública sobre o PL 1135/91 na qual foram ouvidas duas autoridades a favor da vida e duas autoridades a favor do aborto.

O resultado foi vergonhoso para os que tentaram defender o aborto mas, como sempre, nada foi publicado pela imprensa. A favor do aborto estavam a ex deputada Jandira Feghali, relatora anterior do projeto, e o Dr. Adson França, falando em nome do Ministro da Saúde.

A favor da vida estavam a Dra. Zilda Arns, médica pediatra, ex candidata ao prêmio Nobel da Paz pelo seu trabalho junto à Pastoral da Criança, e a Dra. Marli Virgínia Nóbrega, médica obstetra na rede pública de Brasília.

Contestando o Ministro da Saúde, que afirma que o problema do aborto é um problema de saúde pública, a Dra. Marli denunciou que a imposição do aborto é na realidade uma questão de controle demográfico que está sendo planejado por organizações externas ao Brasil.

Após mostrar em um gráfico as projeções populacionais da ONU para o ano de 2300, uma das quais prevê uma redução populacional de 6 bilhões de habitantes para apenas 2 bilhões, o que não poderia supor-se que se daria espontaneamente, sendo portanto uma projeção que pressupõe um trabalho de implantação do aborto e do controle da natalidade, a Dra. Marli afirmou que a pressão para a legalização do aborto existe por causa de "ações que tem origens principalmente externas ao Brasil que visam a redução da população brasileira independentemente da opinião pública do Brasil e dos deputados que estarão votando as leis.

Trata-se de uma imposição externa de políticas de controle populacional sobre uma população que é contrária à sua prática. Não é, de modo algum, planejamento familiar, [nem uma questão de saúde pública].

Os organismos que estão trabalhando internacionalmente pela aprovação do aborto são as fundações [que planejam e financiam as ações] e as organizações não governamentais [que as executam] e que promovem tudo isto com enormes somas de dinheiro, como as Fundações Ford e Rockefeller entre as fundações e a Rede Feminista de Direitos Sexuais e Reprodutivos, a Benfam e o IPAS, entre as ONGs".

A Dra. Marli acrescentou que afirma-se que o projeto de legalizar o aborto é atribuído ao propósito de acabar com o aborto clandestino, que seria a causa das mortes maternas que supostamente querem diminuir-se.

"Mas quais são as causas do aborto clandestino no Brasil?", perguntou a Dra. Marli. "Quando estudamos a documentação referente a este assunto verificamos que as instituições que trabalham em favor da legalização do aborto são as mesmas instituições que financiam as clínicas de abortos clandestinos. Primeiro elas financiam a implantação das clínicas. Depois querem legalizar o aborto para acabar com o problema que elas próprias criaram. Isto não é direito reprodutivo!".

Neste dia ali estava defendendo o projeto a ONG Católicas pelo Direito de Decidir, conhecida promotora do direito ao aborto e também da aprovação deste infame projeto de lei, a qual admite ela própria que mais de 99% de seu orçamento disponível para promover a difusão e a legalização do aborto não provém de brasileiros, mas de doações de instituições estrangeiras.

Os relatórios anuais da Fundação Ford, uma das principais financiadoras mundiais da legalização do aborto, mostram que praticamente todos os anos foram feitas doações da ordem de diversas centenas de milhares de dólares à sede central das Católicas pelo Direito de Decidir em Washington e às suas filiais nos países da América Latina.

As doações à regional brasileira nunca são inferiores a cem mil dólares ao ano. Em 2003 a sucursal brasileira das Católicas recebeu, apenas da Fundação Ford e somente para o trabalho de um ano, sem mencionar o montante recebido de outras fundações, um total de U$ 430 mil dólares.

As Católicas pelo Direito de Decidir foram fundadas em 1993 no Brasil graças ao apoio financeiro da Fundação MacArthur, que durante os anos 90 investiu 36 milhões de dólares na implantação do aborto no Brasil, este montante não incluindo outros programas similares que estavam sendo desenvolvidos pela mesma Fundação no México, na Índia e na Nigéria.

Segundo uma reportagem publicada pelo New York Times em 27 de fevereiro de 2007, "hoje o orçamento [anual] das Católicas pelo Direito de Decidir, [apenas da seção norte americana], é de três milhões de dólares, amplamente financiado por Fundações bem conhecidas, entre as quais a Fundação Ford".

O plano de controle mundial da população da USAID (Agência de Desenvolvimento Internacional do Governo Federal dos Estados Unidos, a maior de todas as organizações que já existiram na promoção do aborto clandestino durante o final dos anos 60 e a década dos anos 70) nos anos 70 incluía a promoção do aborto, ilegal ou não, em todo o terceiro mundo. Foram desenvolvidos novos equipamentos para a prática do aborto, distribuídos a milhares de médicos de mais de 70 países do terceiro mundo.

Conforme uma série de relatórios publicados recentemente por Reimert Ravenholt, na época o diretor de programas populacionais da USAID, o órgão utilizou-se de uma verba concedida pelo Congresso americano no montante de um bilhão e trezentos milhões de dólares para deter o crescimento populacional em todo o terceiro mundo.

Ravenholt afirma também, para quem ainda se ilude de que o aborto está sendo promovido por causa da saúde das mulheres, que com os programas desenvolvidos pela USAID nos anos 70 era possível, utilizando a pílula e a esterilização, diminuir significativamente a taxa de crescimento populacional em qualquer país do terceiro mundo em um período de cinco anos, ou em um período de apenas dois anos, caso também fosse utilizado o aborto provocado.

Com o advento do governo Carter e depois do governo Reagan, a USAID foi proibida de patrocinar o aborto diretamente com o dinheiro do contribuinte norte americano. O trabalho realizado na área do aborto, tanto o legal quanto o ilegal, com o apoio dos diretores da USAID, foi assumido principalmente pela organização não governamental norte americana IPAS. (IPAS, uma ONG atualmente atuando também no Brasil, na abertura de clínicas de aborto clandestino na América Latina.)
O IPAS fornece equipamento para a realização do aborto no mundo inteiro e atualmente, com a conivência do governo brasileiro, ministra abertamente cursos de técnicas de aborto a mais de mil novos médicos por ano no Brasil.
Os cursos são anunciados com antecedência no próprio site da instituição, e são ministrados, em sua maioria, em maternidades do governo.


Os calendários dos cursos no Brasil podem ser acessados no endereço
http://www.ipas.org.br/agenda.html

Todos estes cursos são anunciados publicamente e com antecedência há mais de dez anos, desde o primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, sem que ninguém jamais tivesse tomado nenhuma providência a respeito, nem na classe médica nem fora dela.

Segundo um estudo publicado pela Universidade de Harvard, os Estados Unidos haviam-se convertido, já nos anos 80, "na principal fonte mundial de capital para serviços de abortos".

O mesmo estudo também afirma que “a maioria das organizações que fornecem fundos para a promoção do aborto operam de maneira clandestina e usualmente ilegal. Uma das organizações mais agressivas nesta área é o IPAS”.

A estratégia da organização consiste na identificação de médicos que estejam interessados na prática do aborto, não importando se ele é legalizado ou não, e em ajudá-los a iniciar novos serviços.

No momento o IPAS está financiando clínicas em vinte países, incluindo o México, o Brasil e a Indonésia, países nos quais o aborto é ilegal. O IPAS está também treinando parteiras na prática do aborto nas Filipinas, onde o aborto não somente é ilegal ... como também o método que está sendo ensinado é especificamente banido pelo atual governo".

Ainda no mesmo estudo de Harvard pode-se ler que “A promoção do aborto ilegal pode ser encontrada registrada inclusive em programas populacionais da ONU rotulada sob títulos como ‘aumento do compromisso governamental para programas eficientes de planejamento familiar’, ‘financiamento seletivo de projetos de planejamento familiar inovadores e de baixo custo em países em desenvolvimento’, ou programas de ‘atividades nativas em planejamento familiar facilmente expansíveis ou multiplicáveis’”.

Adrianne Germain, co-fundadora da International Women Health Coalition, a ONG que instrumentalizou a tomada da ONU pelas organizações feministas nas Conferências Internacionais de Cairo e Pequim respectivamente em 1994 e 1995, e após a reunião de Glen Cove em 1996 nos Comitês de Monitoramento de Direitos Humanos da ONU que passaram a pressionar os países latinos americanos a legalizarem o aborto, afirma em um depoimento publicado na Internet que em 1984, quando ocupava o cargo de representante da Fundação Ford em Bangladesh, ela mesmo liberou três quartos de milhão de dólares apenas para financiar o aborto clandestino naquele país.

No mesmo depoimento Adrianne afirma também que, alguns anos depois, tendo que viajar diversas vezes ao Brasil para a organização de congressos, sempre trouxe consigo em sua bagagem equipamentos para a realização de abortos, os quais eram distribuídos para clínicas clandestinas brasileiras nos estados de São Paulo e do Amazonas.

O mesmo faziam outras colegas da mesma entidade na Colômbia, na Venezuela e no Peru, países onde o aborto é ilegal até hoje. Segundo as palavras de Adrianne, "nós apoiamos pessoas extraordinárias na Colômbia, na Venezuela e no Perú, todas elas ligadas a serviços de aborto seguro ou intermediando estes serviços".

Estes dados representam algumas dentre as muitíssimas evidencias disponíveis que revelam que as organizações que promovem a legalização do aborto sob o pretexto de ser impossível controlar o aborto clandestino são as mesmas que promovem o aborto clandestino em todo o mundo.

Fonte: Mídia Sem Máscara