quinta-feira, 15 de novembro de 2007

cultura - Juan Luis Guerra: Merengue como Deus manda!

"Agradeço ao Senhor, meu Salvador, e a todos os que tornaram possível este sonho", disse o artista, ao receber o Grammy de gravação do ano.

Na ultima edição do Grammy Latino, Juan Luis Guerra foi o dono da noite. O dominicano levou para casa nada mais nada menos do cinco prêmios aos quais estava indicado.As indicações eram: "Gravação do ano", "Melhor álbum de merengue", "Melhor canção tropical", "Álbum do ano" e "Canção do ano", graças a "La llave de mi coración".

O que pouca gente sabe é que Juan Luis Guerra é evangélico há mais de dez anos e que gravou um cd inteiro só com musicas evangélicas em 2004. “Para Ti” é o nome do álbum.
Sem muita atenção da mídia e da grande massa, mas com a excelente qualidade já reconhecida, o álbum recebeu vários prêmios, dentre eles o Grammy Latino.

Juan Luis Guerra conta sobre sua decisão de aceitar a Cristo.

“Minha família e meus amigos não entenderam inicialmente. Eu só conhecia a Deus como meu Criador, mas não cria em Deus e nem em Sua Palavra. Ao me entregar a Cristo consegui vencer a mentira, a infidelidade em todas as áreas da minha vida, esposa, família e etc...”.

“Escutei muitas críticas, escutei de tudo. Mas você sabe que a vida é questão de agradecimento. Quando alguém entende o amor de Deus e o que Ele fez e faz por nós, tudo o que se pode fazer por Ele é muito pouco. Eu fiz o álbum (Para Ti) como um presente para Deus, como uma forma de agradece-lo. Eu sabia que iria haver perseguição antes mesmo de lançar o disco. Fui consciente e não me envergonho”.

“Em relação à banda 4.40, eles estão ao meu lado sempre. Mais da metade da banda está comigo na igreja!(risos) Um dia a pastora da minha igreja nos convidou para tocar na igreja e ali Deus agiu. Sou feliz de verdade, pois encontrei a verdadeira forma de preencher o vazio que sempre sentia.”

O autor de “Burbujas de amor” e “Ojalá que llueva café en l campo”, disse ao Diário Venezuelano “En nuevo día” que:

“Deus me tem feito uma melhor pessoa em todos os sentidos. Me humilhei ante Ele e Ele me exaltou. É o maior acontecimento em toda a minha vida”.

Membro de uma igreja, explicou que “Deus deseja que levemos aos outros as boas novas, que evangelizemos, e através de minhas músicas tenho podido fazer isso às pessoas que me acompanham todos esses anos. Essas são as pessoas que necessitam dEle.” “Minha música recebeu o impacto de Deus desde o momento em que O recebi” ressaltou o vocalista de “Bachata Rosa”

Em 2002, o famoso cantor fez sua primeira produção de músicas cristãs, o álbum “La cosecha”, não como intérprtete do disco, mas como guitarrista e arranjador. “Na videira do Senhor há diferentes caminhos. Sinto que devo continuar com meu trabalho e seguir falando de Jesus”. Ainda comenta: “Nunca imaginei quão esplendoroso era conhecer ao Senhor. Além da Vida Eterna, Ele nos reserva os frutos de seu Espírito Santo que são o amor, a paz e o domínio próprio.

Sobre seu álbum “Para Ti”:

“Todos os disco que faço são oferecidos a Deus, mas esse tem uma dedicação exclusiva.”

Desde que aceitou a Cristo, começou a escrever musicas evangélicas, hoje são mais de 100
As composições vieram à medida que começou a trabalhar na igreja. Sua pastora o colocou como líder de louvor, passando assim a compor músicas para a igreja.
Em 4 anos escreveu mais músicas para o Senhor que em 20 anos com sua banda “440”

Fazer um álbum somente com musicas evangélicas foi uma decisão difícil, pois existem duas questões: agradar as pessoas em geral ou a Deus. Essa decisão pareceu a muita gente ser uma loucura. Muitos tinham certeza que JL acabaria com sua carreira

“Foi difícil, mas desde o inicio eu sabia que Deus ia me respaldar, como até hoje tem respaldado. Este cd durou muito tempo para sair. Passei quase dois anos pensando como faze-lo até que decidi trabalhar nele”.

Um integrante da banda 440 comenta: “Este disco era obrigatório! Para mim é um pronunciamento do muito que sua vida mudou, pelo dom que recebeu lá de cima”.

“Quando termino um show para milhares de pessoas, o que me importa mais é presença de Deus. Quando termino dou graças a Ele, pois foi Ele quem me deu a graça, Ele me deu o talento”.

“Como digo na primeira faixa do disco, me sinto um soldado de Cristo. Canto o que Jesus fez com minha vida, como me transformou em um momento em que eu estava perdido. E me resgatou. Eu era daqueles que tem que ver para crer e agora sou daqueles que crêem para ver. Buscava a paz para meu coração e Ele me deu.”

É um total de 11 canções, como sempre no ritmo de "bachata"e "merengue", desde "Soldado" até "Canción de Santidad" passando por "Eres", "Mi Padre me ama". Só que nesse cd as letras conservam "a bondade" disse o autor de sucessos como "Ojalá que llueva café" e "Bachata Rosa", que reconhece terem sido um presente de Jesus Cristo.

Esse disco, que não poderia ser diferente, vendeu milhões de copias, recebeu vários prêmios Billboard e o Grammy Latino nas categorias "Melhor álbum Cristão" e "Melhor canção tropical" pelo sucesso de "Las avispas".

Biografia:

Juan Luis Guerra Seijas. Esse foi o nome dado por seus pais, o já falecido jogador de basquete Gilberto Guerra e Olga Seijas. Nascido em Santo Domingo, Republica dominicana, no dia 7 de junho de 1957. Na sua infância, Guerra gostava de animar as festas escolares cantando, com musicas românticas. Ao concluir o colegial, cursou durante um ano Filosofia e Literatura na Universidade Autônoma de Santo domingo, até decidir que a musica é a sua vocação, se mudando para o Conservatório Nacional de Musica onde terminou seus estudos.

Obteve uma Bolsa de Estudos para estudar Composição e Arranjos em Berklee College of Music em Boston, Estados Unidos. Partiu com muitas expectativas para essa viajem, e com uma carta, que a pedido de uma amiga, deveria entregar a estudante de Desenho Nora Vega, que se tornou sua esposa e também musa inspiradora de suas composições.

De volta a seu país, trabalhou por um período de tempo fazendo acompanhamentos com sua guitarra à artistas locais e também compondo jingles. Mais a frente formou o grupo 440, gravando seu primeiro álbum, "Soplando", em 1984.
Em 1989, durante a gravação do álbum "Ojalá Que Llueva Café", tornou-se a principal figura de sua banda, que agora passaria a ser conhecida como "Juan Luis Guerra y 440". Este álbum representa o inicio da consagração internacional de Guerra. Obteve tantas vendas de disco que ficou em primeiro lugar em muitos paises da América latina.

Em 1990, Guerra lança seu seguinte álbum, "Bachata Rosa", alcançando o seu maior sucesso de vendas, vendendo mais de 5 milhões de copias, alcançando nesse momento o topo do sucesso. Com esse álbum Guerra ganhou seu primeiro Grammy.

Depois de 4 anos sem gravar nada, Guerra grava o álbum "Ni es lo Mismo ni es Igual (1998)", obtendo no ano de 2000 três prêmios na primeira edição do Premio Grammy Latino.

Juan Luis Guerra é um fenômeno de publico com maior alcance social na Republica Dominicana do fim do século XX. Sua característica é o merengue que rompe estereótipos e cria uma nova cultura musical. Mantém uma fundação desde 1991, que ajuda e auxilia o combate a pobreza em seu país. Foi indicado recentemente como “personalidade do ano” na América latina. Com sua influência cultural, ele tem testemunhado sua fé em Cristo e vidas têm sido mudadas, transformadas através de sua vida, para a honra e glória de Deus. Que cada vez mais hajam pessoas que se mostrem, que não se escondam, e estejam dispostas a levar por onde passa o evangelho da transformação.

Fontes pesquisadas -
http://www.juanluisguerra.net
www.pezmundial.com/2005/12/especial-de-juan-luis-guerra-y-440.html
www.musicagospel.com.ar/Noticias.htm
www.destakes.com/tag/luis
www.noticiacristiana.com/news/newDetails.php?idnew=8168
www.protestantedigital.com/new/leernoticiaDom.php?5397
http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI2060659-EI1267,00.html
http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2007/11/09/juan_luis_guerra_arrasa_no_grammy_que_premia_caetano_e_neschling_1075340.html http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2007/11/09/ult1817u7276.jhtm

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

midia - Monkey See, Monkey Do!

Globo convida homossexual acusado de defender a pedofilia para elogiar Duas Caras da Globo

Julio Severo

Numa encenação totalmente armada e planejada, o personagem Bernardinho de “Duas Caras” evitava revelar para os pais sua relação sexual com outro homem. Embora seja novela da Globo, Duas Caras, ao contrário do que parece, não retrata o caráter da Globo — pelo menos não no titulo.

No que se refere ao homossexualismo, ao aborto e ao sexo livre e imoral, a Globo sempre procurou ser sincera em seu papel de proselitismo liberal e esquerdista. O altar global não tem duas caras, pois é francamente dedicado aos prazeres e loucuras carnais. Por isso, não é de admirar que os cristãos e seus valores sejam rotineiramente pisoteados no planeta global.

Mesmo quando a Globo espertamente convida as Alines Barros a fim de atrair para sua influência evangélicos “curiosos” de ver novelas com música gospel, seu caráter não tem duas caras. Com ou sem Aline Barro, a Globo deixa de defender e promover seus próprios valores?

Numa atitude de desrespeito e preconceito habilidoso e maldoso contra as famílias que lutam e sofrem para ajudar seus filhos a evitar ou sair de comportamentos errados, a Escola de Doutrinação Global educa os telenoveleiros a aceitar a anormalidade homossexual em seus filhos.

Para comprovar que a novela da Globo está certa em educar os pais a pararem de ajudar os filhos a sair do homossexualismo, o noticiário G1 apóia totalmente a abordagem da novela. Em seu artigo “Como vivem os ‘Bernardinhos’ do Brasil”, o G1 diz:

Bernardo, o personagem interpretado pelo ator Nuno Leal Maia na novela “Duas Caras”, vive um drama desde que flagrou o filho — Bernardinho (Thiago Mendonça) — com um homem na cama. De um lado, ele se depara com sua formação machista, que o impede de aceitar um filho gay; do outro, com seu amor de pai.

O G1 é um órgão noticioso do império global. Nada de anormal então quando a Globo elogia a Globo!

Nada de anormal também quando a Globo sumariamente condena de “machistas” os pais que sentem vergonha quando descobrem que seus filhos estão enfiando o sexo na traseira de outros homens. A ideologia feminazista, aliada da ideologia gayzista, faz parte da alma global. Essa ideologia condena como machista também o homem casado e pai que desempenha a função de cabeça da família. Essa função, que é claramente definida pela Palavra de Deus como o padrão de normalidade conjugal, é rejeitada no planeta global.

Quando impõem suas idéias e aberrações sobre todos, os gayzistas e as feminazistas estão apenas exercendo seus próprios direitos. Eles até são elogiados como defensores dos direitos humanos — principalmente quando impõem o homossexualismo como normal. Mas quando exercem a função de líder de suas famílias, os maridos e pais são automaticamente (e impiedosamente) pintados como retrógrados, fanáticos religiosos e até mesmo potenciais assassinos de homossexuais quando estabelecem em suas famílias que o homossexualismo (assim como a prostituição, o crime e as drogas) não é aceito como normal. Quem nunca viu tal deturpação da realidade jamais assistiu às novelas globais!

O artigo do G1, seguindo o velho estilo global, não aceita neutralidade. O texto, nem de longe, insinua que os pais têm o direito e a responsabilidade de procurar uma saída e cura para os filhos. A proposta da Globo é exclusivamente a aceitação da anormalidade, prestando uma assistência valiosa às ambições do movimento homossexual.

Nenhum líder pró-família foi ouvido pela Globo, que escolheu dar vez e voz apenas para Luiz Mott, o papa do movimento gayzista do Brasil. Recentemente, Mott esteve envolvido em escândalo de defesa da pedofilia, segundo texto de Jael Savelli.

No artigo global, Mott alega que os homossexuais perfazem 10% da população do Brasil, dando a entender que a condição homossexual é imutável e deve sempre ser aceita como normal. Se essa condição fosse realmente normal, seria um crime não aceitá-la, e teríamos a obrigação moral de apoiar Lula, a Globo e as paradas gays. Contudo, se Deus está certo quando diz que a conduta homossexual é abominável, nojenta e repugnante, então seria um crime promovê-la ou defendê-la.

Quem primeiro espalhou o boato “científico” de que 10% da população são homossexuais foi Alfred Kinsey, cuja pesquisa foi comprovada como fraudulenta por vários livros científicos recentes. Além disso, os gayzistas e seus amigos (e quem é que duvida de que a Globo é amiga deles?) têm o notório hábito de manipular dados e estatísticas.

Quem deveria então estranhar quando a Globo convida um homossexual acusado de defender a pedofilia para legitimar a novela da Globo que literalmente ensina os pais a aceitar o homossexualismo na vida dos filhos? A Globo assim se une a Lula em seus esforços de promover a agenda homossexual no Brasil.


Nesse tipo de apoio a Lula, a Globo não está sozinha.

juliosevero.com.br